No peito e na alma !

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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Ricardo Oliveira sofre corte profundo na cabeça e leva 15 pontos

Atacante do Santos concluiu atendimento médico após vitória sobre o Botafogo-SP e foi liberado para ir para casa. Ao longo da semana, será reavaliado


O atacante Ricardo Oliveira saiu no prejuízo da vitória do Santos sobre o Botafogo-SP, neste sábado, na Vila Belmiro. Após um choque de cabeça, o camisa 9 do Peixe sofreu um corte profundo e teve que levar 15 pontos.

Durante a partida, ele chegou a ser atendido no gramado, mas retornou com uma touca de proteção e atuou até o fim.

Medicado e liberado para ir para sua casa, Oliveira será reavaliado durante a semana para saber se há riscos de agravar o ferimento no clássico contra o Corinthians, no sábado.

O centroavante está concluindo sua pré-temporada, já que iniciou mais tarde em relação ao elenco do Santos, pois contraiu caxumba no início do ano. Lance

No dia da 100ª vitória, Dorival celebra recuperação e explica briga

Técnico chegou à centésima vitória no comando do Peixe, mas minimizou o número em detrimento da atuação do Peixe. No fim, pediu calma a alguns torcedores


O técnico Dorival Júnior chegou à centésima vitória no comando do Santos, após o jogo deste sábado, contra o Botafogo-SP. No entanto, o número ficou em segundo plano pelo próprio treinador, que preferiu exaltar a recuperação do Peixe, que voltou a vencer após três jogos.

- Centésima vitória é importante, mas é um número. Nada além disso. Nossa intenção é voltar a ter a equipe vibrante, competitiva. Jogando o que sempre jogou, com confiança. Fico feliz de estar à frente de um grupo que dá resposta positiva em todos os momentos, em todas as situações, mesmo agora nesse entrevero. Parece que tudo que foi realizado não tem valor, lamento esse tipo de situação, mas jogadores têm força, vibração e vão muito fortes em busca de classificação e briga por uma vaga nas finais - disse em sua entrevista coletiva.

No fim, Dorival chegou a se dirigir a alguns torcedores na arquibancada. Segundo ele, apesar de ser uma discussão, a conversa serviu para acalmar os ânimos.

- Pedi calma apenas. Sempre tem uns três ou quatro engraçadinhos. Estavam brigando com os jogadores, quiseram iniciar uma discussão com os dois que foram comemorar no banco. Pedi calma e que torcessem em vez de ter atitudes como essa - explicou.

No fim, Zeca, ainda bravo com a situação, chutou uma bola para a arquibancada e foi contido.

O Peixe se reapresenta na terça-feira, no período da tarde. Lance

Vitor Bueno, que abriu o placar, falou após o jogo


"Foi uma vitória muito importante. Depois de três jogos tropeçando, a gente conseguiu um placar positivo. Estava no planejamento essa vitória, e não os três jogos sem ganhar. 

Graças a Deus a fase ruim passou, esse resultado positivo nos dá confiança para o próximo jogo, esse próximo jogo é clássico (contra o Corinthians). Sabemos que 'clássico é clássico', mas tem que enaltecer nosso grupo, vamos em busca de outro resultado positivo".

Santos vence o Botafogo na Vila Belmiro e encerra jejum


Peixe volta a apresentar problemas, mas conta com erros do adversário para voltar a marcar após dois jogos consecutivos em branco; Bota não perdia havia duas rodadas

Depois de três jogos sem vitórias, dois sem sequer marcar um gol, o Santos quebrou o jejum neste sábado, na Vila Belmiro. Venceu o Botafogo, por 2 a 0, pela sexta rodada do Paulistão, e voltou à zona de classificação do Grupo D. Para terminar a rodada em segundo, precisa torcer para que a Ponte Preta não vença o São Bernardo ainda neste sábado. Vitor Bueno e Rafael Longuine marcaram os gols. O Botafogo, que não perdia havia duas partidas, fica com sete pontos, em terceiro lugar no Grupo A. 

As equipes fizeram um jogo amarrado, com muitos erros de passe e quase nenhuma chance mais clara de gol. O Santos tentou tomar a iniciativa no início, mas voltou a ser um time previsível, sem ritmo, sem movimentação. Nem sombra da equipe que sua torcida se acostumou a ver. Em toda a primeira etapa, apenas um lance importante: um chute de Vitor Bueno, que o goleiro Neneca defendeu em dois tempos.

O segundo tempo se manteve no mesmo nível: um jogo chato, de muitos toques de lado e nenhuma profundidade. O Botafogo estava na sua: deixava a bola com o Santos e buscava encaixar algum contra-ataque. 

Como estava difícil chegar tocando, o Peixe tentou chutando de fora. Aos 17, Ricardo Oliveira arriscou de fora, Neneca vacilou e deu rebote. A bola sobrou para Vitor Bueno marcar e encerrar o jejum: depois de dois jogos em branco (Ferroviária e Ituano), enfim o Alvinegro voltava a balançar a rede. 

Após o gol, o Botafogo se adiantou para apressar o jogo. Cercou a área do Peixe, que se retraiu muito. O time do interior passou a cruzar bolas na área no Santos, mas só teve um lance de maior perigo, numa cabeçada de Caio Ruan que passou perto da trave. 

Aos 46, mais um vacilo do time de Ribeirão Preto. Vitor Bueno cruzou na direção de Ricardo Oliveira. A zaga tentou cortar e entregou de presente para Rafael Longuine tirar do goleiro e ampliar. Globoesporte

Calejado por 2014, Ferraz vira líder do Santos para 'acabar' com má fase


Lateral-direito é um dos poucos remanescentes de 2014 e usou a tarja de capitão em jejum de vitórias do Peixe. Para encarar o Botafogo-SP, ele entrega a faixa, mas não os pontos


O santista tem motivos de sobra para estar insatisfeito com as recentes atuações do time, que não vence há três jogos. Mas há na equipe quem já tenha vivido momentos bem piores, e na própria Vila Belmiro. Um dos únicos remanescentes de 2014, Victor Ferraz já encarou seis meses de salários atrasados, 11 jogos sem vitórias e vaias...

Toda a vivência do lateral-direito de 29 anos serviu para o técnico Dorival Júnior escolher o camisa 4 para ser o capitão do Peixe nas ausências de Ricardo Oliveira e Renato. Neste sábado, diante do Botafogo-SP, às 17h, na Vila Belmiro, pela sexta rodada do Paulistão, Ferraz devolve a faixa a Oliveira, mas não esquece do foco principal: acabar com o jejum de vitórias e com o momento ruim.

- As fases não tem comparação. Em 2014 foi bem mais complicado, chegamos a ficar 11 jogos sem vencer, eu naquela época jogava pouco, tinha o Cicinho e ele jogava mais do que eu. Deu pra eu observar bastante. Deu para eu aprender como sair dessas situações, como que o clube fica em um momento difícil. Passamos pela dificuldade de ficarmos com quase seis meses de salário atrasado, então foi fora e dentro de campo a dificuldade. Mas conseguimos, em 2015, reverter esse quadro, resgatamos o Santos para ele disputar as competições que merece. Vivemos em uma instabilidade pelos três jogos sem vitória, mas esperamos que contra o Botafogo acabemos com isso - declarou em entrevista ao LANCE!.

Além da liderança, do bom humor e dos cabelos enrolados, Victor carrega outro rótulo no Peixe: o de "fominha". Nem mesmo quando sente dores o ala deixa de jogar. 

Contra o Ituano, na última rodada, ele chegou a fazer exames por conta de dores na perna direita. Sem um diagnóstico grave, foi para o jogo com a faixa de capitão e ainda deu satisfações sobre o placar sem gols.

- O torcedor, quando você entra em campo, ele quer que você entre e vença. Para ele é indiferente se você está machucado, doente, com problema em casa. Nós sabemos disso também. Nós, jogadores, não podemos usar como desculpa, não, se nós optamos por estar em campo, a gente tem que deixar tudo nosso ali dentro, tem que jogar bem e vencer os jogos. Mesmo sabendo que não acontecerá isso em todas as vezes. Mas, o torcedor sempre vai cobrar - justifica.

Nordestino nascido em João Pessoa, capital da Paraíba, Victor nega as origens quando o assunto é Carnaval. Neste sábado, a folia dará lugar ao alívio, mas só em caso de vitória. Lance

'Jogando por Dorival', Santos faz teste final antes de dérbi e Libertadores



Um teste final antes de o ano 'começar pra valer'. Assim pode ser encarado o jogo deste sábado (25), contra o Botafogo de Ribeirão Preto, na Vila Belmiro, pela sexta rodada do Campeonato Paulista. O duelo antecede, além do clássico contra o Corinthians, dia 4 de março, a estreia do Santos na Libertadores, dia 9, diante do Sporting Cristal, no Peru.

Em baixa após três jogos consecutivos sem vitórias na competição estadual, o Santos tem neste sábado (25), na Vila, a chance de fazer as pazes com os torcedores – ou ao menos amenizar a relação com eles. Nos últimos dias, os protestos saíram das arquibancadas e chegaram à porta dos vestiários da Vila e até ao CT, com invasão e conversa com Dorival e Elano.

Dorival Júnior, aliás, é o mais contestado pelos aficionados santistas. Chamado de 'burro' pelos torcedores após a derrota para a Ferroviária, na semana passada, ele conta com o apoio dos jogadores, que admite até 'jogar pelo técnico' na partida deste sábado (25).

"Claro [que é preciso jogar pelo técnico]. Dorival é uma pessoa que ajuda muito a gente. Vamos jogar por nós, pela comissão [técnica], pelos jogadores. Somos uma família. Vamos procurar nos ajudar e encarar esse jogo como uma final", disse Yuri, volante de origem mas que vem sendo utilizado como zagueiro por Dorival.

Mais contundente que o companheiro, o experiente Ricardo Oliveira diz não entender a pressão da torcida em cima não apenas de Dorival Júnior, mas de todo o elenco santista.

"É bom a gente entender que tem pessoas de fora, que são rivais, que sabem a força que nós temos. O que eu não consigo entender é que a minha torcida, conhecendo os jogadores que tem, time há dois anos juntos, que tem dado o seu melhor e que nunca deixou de honrar camisa, não esteja do meu lado. É hoje que eu preciso", afirmou o atacante.

Ricardo Oliveira, aliás, é a principal novidade do Santos para encarar o Botafogo-SP. Depois de passar por um período de trabalho intenso para recuperar a forma física ideal, o camisa 9 – que foi desfalque contra o Ituano, poupado – está de volta à equipe titular.

O técnico santista não confirma o time, e duas posições não foram confirmadas. Na zaga, Cléber e Lucas Veríssimo são os favoritos para formar dupla com Yuri. Já no setor ofensivo, Vitor Bueno deve ser recuado para a posição de meia, já que Lucas Lima e Léo Cittadini estão machucados. Com isso, Thiago Ribeiro ou Bruno Henrique aparecia no ataque. Jean Mota, recuperado de contusão, ainda deve iniciar o confronto no banco de reservas.

SANTOS X BOTAFOGO-SP

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 25/02/2017 (sábado)
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP) 
Assistentes: Gustavo Rodrigues de Oliveira e Vitor Carmona Metestaine (SP)

SANTOS
Vladimir, Victor Ferraz, Cléber (Lucas Veríssimo), Yuri e Zeca; Leandro Donizete, Thiago Maia e Vitor Bueno; Bruno Henrique (Thiago Ribeiro), Copete e Ricardo Oliveira
Técnico: Dorival Júnior

BOTAFOGO-SP
Neneca; Samuel Santos, Caio Ruan, Filipe e Fernandinho; Bileu, Marcão Silva, Diego Pituca e Rafael Bastos; Francis e Wesley
Técnico: Moacir Júnior

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Com Oliveira de volta, Santos relaciona 21 atletas para enfrentar Botafogo-SP


Capitão foi poupado contra o Ituano na última terça-feira, mas volta a ser convocado por Dorival Júnior. Jean Mota e Cleber também voltam a ficar à disposição

O Santos anunciou a lista dos 21 jogadores relacionados para a partida contra o Botafogo-SP, neste sábado, às 17h (de Brasília), na Vila Belmiro, pela sexta rodada do Campeonato Paulista.

O técnico Dorival Júnior voltou a convocar Ricardo Oliveira, que foi poupado contra o Ituano na última terça-feira. Outros que retornam são Jean Mota, que se recuperou de estiramento no ligamento colateral lateral do joelho esquerdo, e Cleber, que cumpriu suspensão automática na última rodada.

A lista de desfalques segue cheia: Vanderlei (fratura no dedo), Renato (estiramento na panturrilha), Lucas Lima (estiramento no ligamento colateral lateral do joelho direito), Léo Cittadini (fissura no joelho) e Vladimir Hernández (ainda sem documentação) não enfrentam a equipe de Ribeirão Preto.


O Peixe deve entrar em campo com Vladimir, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Yuri e Zeca; Leandro Donizete, Thiago Maia e Vitor Bueno; Bruno Henrique, Copete e Ricardo Oliveira.

Veja a lista dos 21 jogadores relacionados:

Goleiros: João Paulo e Vladimir
Zagueiros: Cleber, David Braz e Lucas Veríssimo
Laterais: Matheus Ribeiro, Victor Ferraz e Zeca
Meio-campistas: Jean Mota, Leandro Donizete, Rafael Longuine, Thiago Maia, Vitor Bueno e Yuri
Atacantes: Arthur Gomes, Bruno Henrique, Copete, Kayke, Ricardo Oliveira, Rodrigão e Thiago Ribeiro


Próximo adversário: Botafogo-SP
Local: Vila Belmiro, Santos
Data e horário: sábado, 17h (de Brasília)
Escalação provável: Vladimir; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo e Zeca; Leandro Donizete, Thiago Maia e Vitor Bueno; Bruno Henrique, Copete e Ricardo Oliveira
Desfalques: Vanderlei (fratura na mão), Renato (estiramento na panturrilha), Lucas Lima (estiramento em ligamento do joelho), Caju (lesão muscular na coxa), Léo Cittadini (fissura em osso do joelho), Gustavo Henrique e Luiz Felipe (ruptura de ligamentos do joelho)
Arbitragem: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, auxiliado por Gustavo Rodrigues de Oliveira e Vitor Carmona Metestaine
Transmissão: Premiere (com Jorge Vinicius e William Machado)
GloboEsporte.com

Oliveira sai em defesa do Santos e cobra apoio da torcida: 'Chateado'


O Santos terá diante do Botafogo-SP, neste sábado, às 17h, na Vila Belmiro, seu principal atacante. Com isto, ganhou também o retorno do líder do elenco e foi exatamente essa a postura, de liderança, que Ricardo Oliveira adotou na entrevista coletiva desta sexta-feira.

O camisa 9 defendeu seus companheiros, sobretudo o técnico Dorival Júnior, responsável por mudanças táticas. Porém, a defesa que mais chamou a atenção foi em relação às críticas da torcida.

Oliveira não quis comentar a presença de torcedores para uma reunião no CT Rei Pelé, mas falou da atitude dos que foram até a porta do vestiário da Vila Belmiro e cantaram em tom ríspido.

"Temos necessidade de voltar a vencer, com alegria de vitória, retomar um caminho. A partir dai, a gente vai dar continuidade no trabalho. Eu vi um profissional falando que tem dois times no Brasil que estão na frente dos demais. E um dos dois era o Santos. Que peso isso tem? É bom a gente entender que tem pessoas de fora, que são rivais, que sabem a força que nós temos. O que eu não consigo entender é que a minha torcida, conhecendo os jogadores que tem, time há dois anos juntos, que tem dado o seu melhor e que nunca deixou de honrar camisa, não esteja do meu lado. É hoje que eu preciso. Enquanto adversários valorizam a gente, alguns torcedores, que não é maioria, dizem que não merecemos vestir essa camisa. Cada um tem direito de achar o que quer. Nossa torcida em totalidade está com a gente.

"Aqui existe muita convicção. Nada vai tirar isso da nossa cabeça. A gente só fica chateado porque é o momento de ver o torcedor aplaudindo e gritando, porque é nas dificuldades que vemos quem de fato está do nosso lado. Na verdade é fácil. O rico granjeia muito os amigos, segundo a Bíblia, mas o pobre até o amigo abandona. É no momento de dificuldade que dá para ver quem de fato está ao lado", cobrou.

Desfalque no empate com o Ituano, na terça-feira, o atacante dá continuidade a uma programação de exercícios complementares da pré-temporada, mas analisou de perto o último jogo. Apesar de não concordar com críticas à tática, o capitão não esconde o psicológico abalado da equipe.

"Quando as coisas dão certo, pouco se fala disso. Agora, com as coisas erradas, isso vêm à tona. Não estamos conseguindo definir a melhor opção a ser tomada. Estamos procurando melhorar nisso. Continuamos com muita qualidade em todos os setores. Precisamos ser efetivos. Se meu gol contra a Ferroviária fosse válido, acredito que resultado seria diferente. E ai perdemos o jogo. E tínhamos perdido o clássico, quando jogamos bem. Futebol é isso. A gente puxa estatísticas, mas quem ganhou o jogo? Acabou. Futebol é resultado. E depois cada um vende seu peixe. Dentro de futebol de resultado, vem o futebol vistoso por causa da confiança. Talvez estejamos tendo um pouquinho de dificuldade de lidar com essa situação, adversário fechado e nós precisando de mais paciência, sabendo lidar com ansiedade, que pode ser que em algum momento nos atrapalhe, não acredito nisso, mas temos que encontrar os espaços para sermos efetivos", acrescentou.

"Quem não corre, não joga. É muito físico. Então vamos mudar: fazer atletismo. Correr só e deixar a bola de lado. Temos que pensar! Ter qualidade. Nosso time joga assim. Resultados não estão vindo, infelizmente, mas as convicções ninguém tira. Estamos no caminho certo", finalizou.

O Peixe deve ir a campo com: Vladimir; Victor Ferraz, Cleber, Yuri e Zeca; Leandro Donizete, Thiago Maia e Vitor Bueno; Thiago Ribeiro, Copete e Ricardo Oliveira. Uol

Dorival admite oscilada com saída de diretor e aposta em “fico” de L. Lima


O Santos é considerado um dos bons times do futebol brasileiro e favorito a vencer um título de expressão em 2017. No entanto, o início irregular no Campeonato Paulista abriu um debate se a equipe pode manter esta imagem consolidada, após um bom ano, em 2016.

Depois de cinco rodadas, o Santos é o terceiro colocado do Grupo D, com sete pontos. Está a seis de Mirassol e a um da Ponte Preta, sendo que apenas os dois primeiros se classificam para as quartas de final. O blog entrevistou o técnico Dorival Jr., confiante numa recuperação rápida, apostando na força do elenco com todos os nomes à disposição e garantindo a presença de Lucas Lima, até o final do ano. Leia abaixo.

Início difícil do Santos te surpreendeu?

''De um modo geral, não surpreendeu. Porém, eu não vejo assim que foram resultados tão negativos quanto todo mundo vêm falando. Eu acho que o Santos está tentando jogar. Em 20 dias, nós tivemos praticamente muitos jogadores que ficaram afastados e isso já aconteceu após a primeira partida, sendo que na primeira partida, nós tivemos dez jogadores do ano anterior e apenas o Lucas Veríssimo não vinha sendo titular. O rendimento da equipe foi muito bom. A partir da segunda partida, nós já começamos a perder vários jogadores. Por incrível que pareça, nós continuamos perdendo. Hoje, nós estamos com dez jogadores fora de condições, no departamento médico. Isso tudo tem um peso muito grande. Acho que o jogo com o São Paulo foi disputado, bonito de se ver, decidido numa saída de bola nossa, errada, fato esse que pode acontecer a favor ou contra. Não vejo esse problema todo. Acho que a equipe vai continuar equilibrada, vai buscar uma recuperação e eu não tenho dúvidas que ainda faremos um grande campeonato''.

As três últimas atuações do time têm relação com a demissão do ex-gerente Sérgio Dimas?

''O Dimas foi um dos grandes profissionais com quem eu trabalhei. Realmente, é um excelente profissional, um excelente ser humano. Jogadores sentiram bastante a saída dele. É um fato normal, você perde um companheiro de trabalho num momento que ninguém espera. Houve sim, deu uma oscilada em razão dessa condição. Porém, eu acho que nós temos que olhar para a frente, mesmo respeitando a história e o passado do Dimas como profissional. Na torcida para que ele encontre um novo caminho. Não tenho dúvidas que acontecerá. O Santos trabalhando seriamente e muito mais focado para que as coisas voltem a acontecer de uma maneira mais natural. De um modo geral, a equipe voltará a produzir. Estamos recebendo novamente alguns jogadores de volta, talvez não para esta partida contra o Botafogo, mas na partida seguinte, teremos a equipe um pouco mais composta e não tenho dúvidas que encontraremos nosso caminho''.

Como recuperar o futebol vistoso e alegre de 2016?

''Tudo é uma questão de tempo. Eu acho que a equipe vai encontrar este novo momento, repetindo aquilo que já produziu em 2016 e sendo ainda melhor. Assim que as coisas estiverem normalizadas, todos os jogadores em condições trabalhando, o Santos se tornará muito forte. Não tenho dúvidas que teremos uma condição ampliada e podemos recuperar e ainda ficando melhores até do que no ano anterior''.

Existem alguém de fora criando situações para tumultuar o ambiente?

''Olha, nós deixamos que nada de fora entre no CT. É um ano político, eu entendo isso. Não participamos de tudo isso. Nós ficamos à parte. Nossa preocupação é com o trabalho do dia a dia, recuperação dos jogadores, da equipe. Interferência ela tem, todo ano político interfere diretamente na vida de um clube, mas aqui dentro, as coisas não entram, graças a Deus. Nós procuramos uma concentração total em cima do nosso trabalho''.

Time está pronto para estrear na Libertadores da América?

''Eu acredito muito nesta equipe. Eu acho que nós temos grandes jogadores aqui dentro, Uma equipe, eu vejo, preparada. Volto a dizer. Quando todos os jogadores estiverem em condições, recuperados e fisicamente bem, a equipe do Santos voltará a ser uma grande equipe. Alguns jogadores, estamos tendo que antecipar, inclusive as estréias, em razão de tudo o que aconteceu nestes 20 dias. E essa precipitação é natural. De repente, até comprometa um atleta ou outro, mas pela necessidade nós tivemos que fazê-lo. Mesmo assim, existe uma confiança muito grande pela qualificação desse grupo e agora fortalecido com alguns jogadores que chegaram, porém, sem aquele tempo de adaptação necessária, para que estejam nas suas melhores condições''.

Lucas Lima pode deixar o Santos?

''Eu não vejo possibilidade nenhuma. Lucas nunca se posicionou diferente dessa colocação que eu fiz. Ele disse que finalizaria o ano aqui com o Santos e eu confio muito no jogador e eu tenho certeza que ele fará a diferença em 2017''.

O Santos enfrenta o Botafogo, neste sábado, na Vila Belmiro. Uma semana depois, encara o Corinthians, em Itaquera, antes da estreia na Libertadores da América, dia 9 de março, contra o Sporting Cristal do Peru. Por Alexandre Praetzel

Lesões de L. Lima e Cittadini abrem espaço no Santos; Dorival faz mistério



O técnico Dorival Júnior faz mistério e ainda não revela o time que encara o Botafogo neste sábado (25), na Vila Belmiro, pela sexta rodada do Paulista. A principal dúvida está no setor ofensivo, já que os três principais meias do elenco estão vetados pelo departamento médico.

O titular Lucas Lima não entra em campo desde a terceira rodada. Ele sofreu uma lesão no joelho no clássico contra o São Paulo e, desde então, vinha sendo substituído por Léo Cittadini, que na última terça-feira (21), contra Ituano, levou uma pancada e também se machucou.

Para o jogo deste sábado (25), uma opção para Dorival seria utilizar Jean Mota, mas o meia sofreu a mesma lesão de Lucas Lima – estiramento no ligamento colateral lateral do joelho – no treino do último domingo (19) e está vetado.

Com as lesões dos três jogadores, Dorival Júnior pode recorrer a algumas opções para escalar o Santos. Uma delas é fazer o que foi testado justamente ao longo da partida contra o Ituano, após a saída de Léo Cittadini ainda no primeiro tempo: recuar Vitor Bueno para a meia e apostar em Thiago Ribeiro (ou Bruno Henrique ou Arthur Gomes) como atacante pelo lado.

Outra possibilidade é dar nova chance a Rafael Longuine, meia de origem. O jogador, porém, ainda não entrou em campo em 2017 e costuma ganhar poucas chances com Dorival Júnior: na temporada passada, foram apenas dez jogos como titular, todos eles no primeiro semestre.

Uma terceira opção, esta menos provável, é promover a estreia do reforço Matheus Ribeiro. Campeão da Série B 2016 pelo Atlético-GO, o jogador se destacou na campanha do time goiano como lateral direito, mas também joga na esquerda e no meio-campo. Com isso, ele tanto pode ocupar a vaga de Lucas Lima como a de Zeca – que seria deslocado para a meia.

O Santos faz o último treino antes do jogo contra o Botafogo-SP na manhã desta sexta-feira (24), no CT Rei Pelé. As equipes se enfrentam às 17h (de Brasília) deste sábado (25), na Vila Belmiro. Uol

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Substituto de Lucas Lima sofre fissura no joelho e desfalca o Santos por três semanas





O meia Léo Cittadini vai ficar fora do Santos por pelo menos três semanas. Com uma fissura no osso do joelho direito, o jovem vai perder algumas partidas do Campeonato Paulista, mas deve retornar antes do término da primeira fase. Por conta disso, ele não será cortado da competição, como aconteceu com o lateral-esquerdo Caju.

A lesão do meia aconteceu ainda no início do primeiro tempo do jogo contra o Ituano, na última terça-feira, quando ele recebeu uma entrada forte de Claudinho. O camisa 19 chorou durante o atendimento médico, chegou a voltar para o jogo, mas acabou saindo para a entrada de Thiago Ribeiro. Com isso, Vitor Bueno foi recuado e virou o armador do time comandado por Dorival Júnior.

Como Lucas Lima e Jean Mota não serão liberados para entrar em campo contra o Botafogo-SP, no próximo sábado, às 17h (de Brasília), na Vila Belmiro, Cittadini seguiria na equipe titular. Porém, com a lesão constatada, Dorival precisará quebrar a cabeça durante a semana para encontrar um substituto.

A tendência é que o comandante repita o que foi feito nesta terça, recuando o camisa 7 e promovendo a entrada de um atacante de beirada. Como opões, Dorival conta com Bruno Henrique, Arthur Gomes e Thiago Ribeiro. ESPN

Direção do Santos ‘absolve’ Dorival e culpa time ‘imaturo’ sem veteranos

A direção do Santos admite que a equipe está em crise por acumular três jogos seguidos sem vencer no Campeonato Paulista, mas não culpa Dorival Júnior pelo insucesso. Na análise da cúpula do clube, o problema é que o time ficou imaturo sem veteranos que estão fora de combate.

Essa imaturidade estaria prejudicando o alvinegro dentro de campo, com um nervosismo que leva a erros, e também fora dele, como na decisão dos atletas de não falarem com a imprensa após a vitória por 3 a 2 sobre o Red Bull. Foi uma forma de protestar contra a diretoria por causa da demissão do gerente de futebol Sérgio Dimas. Além dos cartolas, alguns atletas não concordaram com a atitude.

Os jogadores experientes dos quais a diretoria sente falta são os contundidos Vanderlei, Renato, Lucas Lima e Ricardo Oliveira, que se recupera de caxumba e só atuou contra a Ferroviária.

A única queixa contra Dorival é de que ele teria demorado para tirar Lucas Lima da derrota por 3 a 1 para o São Paulo após o jogador sentir uma pancada no joelho, podendo ter agravado a contusão do meia na opinião dos críticos. Perrone