No peito e na alma !

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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Santistas 'elegem' capa do FIFA 16 com Lucas Lima



Lucas Lima marcou o gol de empate do Santos diante do Flamengo por 2x2 no Maracanã neste domingo (2). Como prêmio, o camisa 20 "foi eleito" a capa do game FIFA 2016.

A brincadeira feita pelos torcedores nas redes sociais ganhou repercussão e tornou-se "febre" entre os internautas santistas. Entre os comentários, muito bom humor. "Messi é quem perto do Lucas Lima?" e "Cristiano Ronaldo não gostou disso" foram algumas das respostas.

A Tribuna On Line

Zagueiro que Santos negocia é desconhecido no Brasil e experiente na Europa



A diretoria do Santos não desiste de contratar um zagueiro e um volante. E a busca por um defensor aumentou após a lesão de Leonardo, que fraturou o dedo do é direito. O UOL Esporte apurou o nome do zagueiro misterioso que o clube paulista negocia. Trata-se de João Carlos, atleta desconhecido no futebol brasileiro.

O defensor de 33 anos foi revelado pelo Vasco em 2001 e depois se transferiu para a Europa, onde atuou em clubes de "segundo escalão". Ele defendeu o CSKA Sofia, da Bulgária, Lokeren, da Bélgica, Genk, clube belga, Anzhi, da Rússia, e o mais importantes deles, o Spartak de Moscou.

A janela de transferências de atletas que vem da Europa para o Brasil já se fechou, mas João Carlos pode ser contratado pelo Santos, pois rescindiu contrato com o clube russo.

João Carlos foi sondado pelo Vasco, clube que o revelou, mas não houve acerto com o clube carioca. A diretoria santista aprovou o atleta após ele ser oferecido por empresário.

Recentemente, a cúpula alvinegra recusou dois nomes que foram oferecidos – Alex Silva, ex-São Paulo e Flamengo, e Eli Sabiá, do São Caetano. Os dirigentes do clube fazem questão de dizer que não negociaram com a dupla, descarta imediatamente.

O sonho do Santos para a zaga era Alex, do Milan, da Itália, mas os valores financeiros travaram o retorno do defensor, campeão brasileiro pelo clube em 2002.

Com a lesão de Leonardo, o técnico Dorival Júnior conta com apenas quatro zagueiros no elenco, sendo que um deles é utilizado como volante titular, caso de Paulo Ricardo. Os outros três – David Braz, Werley e Gustavo Henrique – revezam no setor devido a suspensões e lesões.

Uol Esporte

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Dorival Jr estuda usar Lucas Lima mais recuado, mas nega dependência

Dorival Jr foi fundamental para que o Santos não deixasse o Maracanã com mais uma derrota fora de casa. Depois de levar 2 a 0 na primeira etapa e praticamente apenas assistir o Flamengo jogar, o treinador santista não se deu por vencido e ousou. Sacou o volante de contenção Paulo Ricardo e mandou o meia Marquinhos Gabriel para o jogo. Desta forma Lucas Lima passou a atuar como segundo homem do meio de campo, ficando responsável pela transição entre zaga e ataque. Conclusão, o Peixe cresceu no volume de jogo, marcou dois gols e calou os mais de 60 mil presentes.


Ao ser questionado se pretende manter o camisa 20 um pouco mais recuado, Dorival Jr admitiu que é uma possibilidade real, mas, para o futuro.

“Eu tenho um pensamento com relação ao Lucas Lima, que ele pode atuar mais adiantado como mais recuado. Ele tem qualidade para isso. No primeiro momento, é emergencial. Depois, não sei”, avisou.

Contra o Flamengo, Lucas Lima foi crucial na segunda etapa com o cruzamento para Ricardo Oliveira marcar o primeiro gol do Santos e com o belo gol, em chute de fora da área, que determinou o empate heroico. Porém, Dorival Jr refutou a ideia de que o time sofra de qualquer dependência do meia.

“Nós fizemos assim (sem Lucas Lima) com Marquinhos Gabriel nos dois jogos anteriores e vencemos o Sport, que era líder, e vencemos também o Joinville”, lembrou, afim de encerrar o assunto rapidamente. Mas comentou o fato dos jogadores santistas arriscarem mais finalizações de média distância, já que foi assim que o Peixe arrancou a igualdade no domingo.

“É uma característica da equipe. Nós temos bons chutadores, assim como o Alan (Patrick) teve uma boa batida. Futebol é isso, você tem que arriscar. Você tem que proporcionar situações que você transfira a responsabilidade para o goleiro adversário”, comentou o comandante.

Segundo Dorival, o atleta tem condição de atuar também mais recuado (Foto: Ivan Storti/Santos FC)

Gazeta Esportiva

Dorival Júnior fala sobre o Santos, a carreira e o futebol brasileiro

Quase cinco anos depois, Dorival Júnior voltou ao Santos. Na bagagem, trouxe o objetivo de terminar o trabalho interrompido em setembro de 2010, quando decidiu punir Neymar por mau comportamento e foi demitido pelo então presidente Luis Alvaro Ribeiro. 

O que não trouxe foi mágoa dos envolvidos, já que tudo não passou de um mal-entendido. “Três dias depois, conversamos e vimos que houve um desencontro”. Apesar disso, em entrevista exclusiva a A Tribuna, ele garante que faria tudo de novo, mesmo com o risco de perder o emprego e ter os problemas decorrentes da saída do clube. “Complicou toda minha carreira”.

Treinador diz não ter mágoas dos envolvidos em sua demissão do clube em 2010


Como é voltar para o clube?Não é normal. Tem um sentimento que fica, pela maneira como foi a saída e por tudo que aconteceu depois. É uma satisfação voltar, sabendo que deixei um trabalho realizado e reconhecimento. Quero marcar novamente e tenho certeza de que algo bom vai acontecer.

O sucesso da primeira passagem aumenta o desafio?
Lógico que a expectativa é criada em razão do que aconteceu. Mas, naquele momento, outros fatos nos levaram a tudo aquilo (títulos). Agora, é uma nova trajetória.

É a chance de terminar um trabalho interrompido?
É com esse espírito que estou vindo, e não tenho dúvidas de que vou alcançá-lo. Quero deixar algo plantado, como na vez anterior. Quase todo o time (titular) da final da Libertadores esteve comigo, à exceção do Elano. Todos tinham trabalhado na formação daquele elenco. Desafios e objetivos ficaram para trás e motivam a resgatar o que passou.

O prazo contratual (fim de 2017) lhe surpreendeu?
Não, era o objetivo. Não viria para trabalho imediato, não pegaria um clube nessa condição. Aconteceu com o Palmeiras e não queria mais que viesse a acontecer. Quero me responsabilizar pelo que faço, e só o trabalho a médio e longo prazo proporciona isso tudo.

Mesmo assim, não é comum ver contratos tão longos. Será que o futebol brasileiro está preparado para trabalhar com treinadores dessa forma, quer dizer, sendo menos imediatista?
Isso ainda é utópico. O País não está preparado para isso, temos de mudar muita coisa. E está na hora de acordarmos nesse sentido, pararmos de jogar toda a culpa de tudo nas costas de uma só pessoa. Porque não é verdadeiro e tem sido uma muleta para que muitos se escorem e não se exponham em razão dos erros cometidos. Jogam tudo em cima do treinador. E para o treinador, fica essa ciranda, mundo viciante, que não é saudável para ninguém. 

Os clubes são penalizados e muito. Alterações devem acontecer, mas em momentos em que não se veja mais possibilidade de sequência de trabalho. No Brasil, não é assim e, por isso, estamos na contramão da história e vivendo talvez o pior momento técnico do nosso futebol. 

Quando todos falam que o treinador não se qualifica, não é isso, não. É que não tem tempo de trabalho, não consegue plantar, corrigir a plantação para alcançar a colheita. Ficamos no meio do caminho e responsabilizados por coisas que nem fomos nós que iniciamos. É situação cômoda, e essa transferência de responsabilidade é o que faz o futebol caminhar da maneira como está. É uma coisa absurda.

Voltando a falar do time de hoje, a geração atual não é igual a de 2010. O quanto isso aumenta seu trabalho?
Encontrar jogadores como Robinho, Neymar, Paulo (Ganso) é cíclico. Agora, é outro momento. É importante trabalhar com atletas excepcionais, mas também lidar com grandes jogadores que possam dar retorno.

Como tem sido convivência com Marcelo Fernandes?
Muito boa. Grande profissional, grande pessoa, assim como o Serginho (Chulapa). Estamos nos conhecendo aos poucos, mas me passam respeito e merecem respeito.

O que te surpreendeu positivamente no retorno?
Saber que o Santos continua sendo um grande produtor de garotos e talentos. É isso que queremos e que acentue.

A geração atual não é igual a de 2010. Quanto aumenta seu trabalho para ter resultados parecidos? Você comandou Robinho, Neymar e, agora, Gabriel. Compara-se muito este último às estrelas citadas. Quanto isso pesa sobre ele?
Isso é desnecessário. É garoto, eu estranhei até, pois são 100 jogos com 18 anos. É prematuro, poderia não ter despontado por queimar etapas. Felizmente, amadureceu rápido. Isso (comparações) gera outra situação para quem não consegue manter regularidade e acaba sucumbindo.

Como foi o intervalo entre sua saída do Santos e a volta? No começo do ano, esteve em alguns clubes da Europa. Foi algum estágio?
Não foi. É o terceiro ano que faço isso. Temos que entender que o mercado europeu está distante do sul-americano. Temos de ser humildes, irmos até lá e adaptarmos algo que imaginemos seja correto para introduzir no nosso meio. Fui com essa intenção.

Pelo que viu, nossos técnicos estão defasados?
Não existe defasagem grande, taticamente falando. Lá, são muito profissionais, existe planejamento. Os contratos são cumpridos, e as pessoas se respeitam. No mais, é por isso que dão banho nos países sul-americanos. A inversão de valores aconteceu, principalmente no Brasil, e fez com que perdêssemos terreno. E estamos tomando atitudes que comprometem o desenvolvimento das equipes.

Então, como sempre se comenta, o problema está fora do campo.
Fora do campo, eles dão um banho. Programam dez anos da vida de um clube e, aqui, programamos para o dia seguinte. Quando queremos contratações, são jogadores que aparecem, não que foram trabalhados, observados, dissecados para que fossem contratados. É o contrário. 

O europeu é referência, porque se preparou em todos os aspectos. Tem poder de compra, sabe o momento da venda, sabe o que está acontecendo em todos os países que o cercam. Observam atletas em todos os quadrantes do mundo, tanto é que o Real Madrid foi buscar um garoto de 16 anos norueguês. 

Aí, você se assusta (por causa da nação de origem do atleta), mas a Noruega foi campeã sub-17 europeia. Então, os caras estão na nossa frente. Está na hora de a gente despertar. Eles trabalham futebol 24 horas, e nós temos muitos amadores. Reconheço a figura do dirigente que mantém 15 horas de trabalho em suas empresas e doam duas para o clube. Só que não é mais esse o caminho.

Tem que haver profissionalização, que passa pelo dirigente. Se (todos os segmentos) não melhorarem, o futebol brasileiro vai continuar patinando, e vamos ficar nessa ciranda, querendo ser os melhores e estando longe.

Quanto estamos longe de implementar tudo isso?
Muito distantes. Perdemos um ano desde daquele que, para todos nós, foi gran finale de um momento que já vinha se desenhando há muito tempo (refere-se ao 7 a 1 da Alemanha sobre a Seleção na semifinal da Copa de 2014). 

Acreditávamos que a solução estaria no rendimento do atleta, na genialidade. Não é mais isso que acontece, o futebol mudou. A seleção alemã não tem um jogador excepcional, mas tem grandes atletas em todas as posições. São jogadores responsáveis, preocupados, que se doam ao bem coletivo. Está na hora de despertarmos e entendermos que o futebol brasileiro está ficando para trás. Todos somos responsáveis, não só treinadores, que têm sua parcela de culpa, mas não podem ser responsabilizados por tudo.

Uma das coisas que você falou ao longo dessa explanação foi sobre a troca constante de técnicos. Você passou por isso quando deixou o Santos e trabalhou em diversos clubes. Fale como foi esse intervalo entre sua saída e seu retorno ao Peixe.
A saída do Santos complicou toda a minha carreira. Já peguei o Atlético-MG no Z4 há 24 rodadas. A partir daí, peguei só time brigando contra o rebaixamento, e todos os trabalhos foram pegos pela metade. Sempre me responsabilizei por montagens das minhas equipes. Mas, a partir dali, não restabeleci essa condição.

Cite o trabalho mais difícil.
Palmeiras. Não quero passar nunca mais por aquilo. Emocionalmente, o time estava quase zerado. Era difícil a recuperação de um grupo castigado, apanhando a cada rodada. A gente sentia que não tinha mais forças.

Muitos não sabem, mas, ao mesmo tempo que convivia com as dificuldades do Verdão, encarava um sério problema particular...
Foi. Minha esposa teve cinco recuperações durante o ano. É momento muito difícil. Graças a Deus, está começando a passar agora e espero que esse ano seja bem diferente. Inclusive, a principal preocupação, que era a saúde dela, vem sendo restabelecida aos poucos para que tenhamos tranquilidade para trabalhar.

Não há como falar de sua carreira e não lembrar do episódio que culminou em sua demissão no Santos. Por sinal, quem lhe demitiu foi o Luis Alvaro. Encontrou com ele depois daquele fato?
Nunca, mas sempre nos falamos. Três dias depois (da saída), me ligou. Conversamos a respeito e vimos que houve um desencontro.

Como assim?
O presidente entendia que não era para tirar o Ney. No sábado de manhã, demoramos para ir a Campinas (enfrentar o Guarani), por causa de uma reunião. Decidimos tirar o Neymar. Na segunda de manhã, o presidente me disse que tínhamos razão. Imaginei que estava me dando respaldo para fazer o que imaginava, e ele que aquilo tinha sido finalizado a situação (pensou que seria reintegrado). 

Minha ideia era que ficasse fora do jogo contra o Corinthians, para ele ver que Santos é maior do que qualquer nome. Anunciei na terça que o Neymar não seria convocado – o traria para o jogo seguinte (Cruzeiro). Voltei para a sala, e o presidente queria que eu repensasse isso. Falei: “Não é assim que funciona. Não posso fazer isso. É um grupo de trabalho (por isso, veio a demissão)”.

O Luis Alvaro disse que o Ivan Izzo, seu auxiliar na época, foi decisivo para você não rever sua posição. É verdade?
A decisão foi minha. Não poderia deixar de dar uma penalização, todo o grupo esperava isso. Os próprios atletas cobraram do presidente uma posição. O Ivan não teve participação.

Hoje, a decisão seria a mesma?
Você tem de ter atitudes iguais com todos. Ninguém pode ter privilégios. Sempre pensei assim, e nunca vou alterar. Está arrependido? Não, nunca! Voltaria atrás? Também não. A tomada de decisão seria a mesma.

Não fica mágoa?
Nada! De ninguém.

Se você continuasse, seria campeão da Libertadores em 2011?
(Gargalhada) não dá para saber. Tenho certeza de que completaria um ciclo vitorioso. A equipe era a terceira ou quarta do Campeonato Brasileiro e teria condições de chegar. Depois disso, não sei.

Quanto cresceu com toda essa situação?
Em todos os aspectos, você cresce, principalmente nos maus momentos. Os bons contribuem, desde que você se atenha também e consiga não só comemorar, mas buscar uma avaliação. Agora, nos maus momentos, é natural que você se consolide mais e fiquei mais preparado.

Mantém algum relacionamento com Neymar?
Não, mas encontrei-o algumas vezes. Sempre da mesma forma, brincalhão, educado. Entendo o que vinha acontecendo na vida dele. Tentei alertá-lo. O episódio em si, no campo, não foi comigo. Foi com Roberto Brum e Edu Dracena. Só tomei a frente depois. Ele é fantástico.

Qual é seu sonho?
Completar o ciclo dentro do Santos e resgatar aquilo que acabou não acontecendo.

E para o Santos? O que almeja?
Ver o clube estabilizado administrativamente e financeiramente, para que esteja preparado para grandes conquistas.

E para o futebol brasileiro?
Que passemos a viver e trabalhar o futebol com mais intensidade e respeito. O futebol brasileiro está sendo desrespeitado por todos os segmentos. Tem gente brincando com o futebol, e está na hora de pensarem de forma mais séria e saberem que deixamos há muito de ser a principal equipe do futebol mundial. Hoje, talvez nem sejamos respeitados pelo mundo, em razão de todas as atitudes que tomamos. Ficamos para trás e precisamos reconhecer que nosso futebol está doente e precisa que todos se mobilizem em benefício dessa recuperação. Caso contrário, vamos caminhar a cada dia de forma mais problemática. O futebol brasileiro está sendo muito penalizado ao longo dos últimos 30 anos.

A Tribuna On Line

Lucas Lima tira onda de grito da torcida do Flamengo: ‘Caô resolvido’



O meia do Santos, Lucas Lima, usou sua página na rede social para ironizar o grito entoado pela torcida do Flamengo.

Autor do gol de empate do Santos na partida contra o clube rubro-negro, 2 a 2, no Maracanã, o meia alvinegro postou imagem em que aparece comemorando com sinal para os flamenguistas ficarem em silêncio:

“Caô resolvido”, escreveu.

A mensagem de Lucas é uma resposta ao canto dos flamenguistas ao novo ídolo do time, Paolo Guerrero. “Acabou o caô, Guerrero chegou!”.

O Flamengo vencia a partida por 2 a 0, mas o Santos reagiu no segundo tempo.

Uol Esporte

Santos aposta em Vila e Leandro para sequência contra concorrentes diretos


Nada como voltar para casa, ainda mais para uma sequência de dois jogos na Vila Belmiro, local onde obteve suas três últimas vitórias. Ao lado de sua torcida, o Santos tem agora pela frente jogos contra outros dois rivais que também brigam na parte de baixo do Campeonato Brasileiro: o lanterna Coritiba, sábado, às 21h, e o vice-lanterna Vasco, dia 12, também às 21h.

Os números no Campeonato Brasileiro comprovam a enorme diferença de desempenho e efetividade do Santos jogando dentro ou fora de casa. Como mandante, o time da Vila Belmiro somou 14 dos 17 pontos que conquistou até aqui na competição. Ou seja: mais de 80%. Já fora de casa a equipe acumulou seis derrotas e três empates, contra Flamengo, Atlético-MG e Avaí.

Portanto, a sequência na Vila Belmiro soa animadora para o Santos, apesar de Dorival Júnior alertar para a dificuldade dos dois próximos jogos, até pela situação dos adversários – ambos somam apenas 12 pontos, cinco a menos que o Santos e o 16º colocado Avaí. Portanto, os dois times precisam de pelo menos duas rodadas vencendo para pensarem em deixar o Z-4.

"Na teoria, seria importante que acontecessem [as vitórias na Vila], mas no futebol só existe a teoria. Estaremos enfrentando duas equipes que estão nas mesmas situações que nós. Não tem favoritismo, vantagem, mas sim muita atenção e trabalho redobrado, pois serão jogos muito importante para a sequência do campeonato", analisou o comandante santista.

A missão de Dorival Júnior e seus jogadores é apresentar nos próximos jogos o mesmo desempenho que teve no segundo tempo diante do Flamengo. Na partida do Maracanã, o Santos fez um primeiro tempo totalmente abaixo do esperado. Sorte que voltou outro do intervalo e conseguiu marcar os dois gols que lhe garantiram o empate de 2 a 2.

"Pelo segundo tempo, dá para gente tomar como parâmetro que podemos jogar de igual para igual com qualquer time, seja dentro ou fora da Vila Belmiro", analisou Ricardo Oliveira.

A grande novidade do Santos já para a próxima partida deve ser a estreia de Leandro, reforço contratado junto ao Palmeiras. De acordo com Dorival Júnior, a estreia do atacante tem tudo para acontecer diante do Coritiba. "Sim, pretendo utilizá-lo", confirmou o treinador.

Uol Esporte

domingo, 2 de agosto de 2015

Eterno artilheiro Guga !



Para nos santista é um motivo de orgulho, pelo menos pra mim que tanto acompanhei na época das vacas magras em nosso Peixe, fiquei muito contente e ver o carinho demonstrado pelo grande ídolo do clube nesse Domingo (02/08).

Um fato curioso e marcante dessa rodada, foi ver o grande artilheiro do Santos nos anos 90 o eterno "Guga é Gol" torcendo e vibrando no Maracanã no meio da Nação Santista!


Ja cheguei, agora esperar meu Santos arrebentar essa mulambada kkkķ


Amigos santistas


Vamos virar esse jogo kkkķ mulambada fraca kkķ (Disse Guga após empatar)

Naldo
Fotos: Facebook/Arquivo pessoal Guga

Com assistência e gol, Lucas Lima brilha em sua estreia no Maracanã



“Ainda não joguei contra o Flamengo, no Maracanã. Falam que a torcida é diferente mesmo. Vai ser uma experiência única”, falou Lucas Lima, durante a semana de preparação para o confronto deste domingo, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. E, com a bola rolando, o meia santista parece não ter sentido a pressão das 61 mil pessoas presentes no estádio e foi fundamental na reação do Peixe para buscar o 2 a 0 contra e sair do Rio de Janeiro com um ponto para o time da Vila Belmiro.

“É diferente. Falando com o (David) Braz e o pessoal, eles falavam que era diferente. Mas, graças a Deus, deixamos isso de lado e conseguimos o empate”, admitiu o camisa 20.

Com a saída de Paulo Ricardo para a entrada de Marquinhos Gabriel, logo no intervalo do jogo, Lucas Lima ganhou uma companhia no meio de campo no segundo tempo e passou a participar mais do jogo, após um primeiro tempo para ser esquecido.

“A equipe fez um bom segundo tempo. Pecamos muito no primeiro, mas mostramos nossa força no segundo. O time está de parabéns”, analisou o jogador.

Em cobrança de escanteio pela ponta-direita do ataque santista, Lucas Lima conseguiu colocar curva na bola e serviu Ricardo Oliveira para diminuir o prejuízo. Depois, o meia arriscou chute colocado de fora da área e acabou empatando o jogo com um belo gol. O goleiro Paulo Vitor chegou a tocar na bola, mas não evitou o empate por 2 a 2.

Questionado se teve todo o mérito ou se foi beneficiado por uma eventual falha do goleiro flamenguista, Lucas Lima não titubeou. “(Mérito) Todo meu. Indefensável para ele. Acho que foi mais mérito meu do que falha dele por onde a bola foi”, disse, rindo, o jogador.

Por fim, Lucas Lima comentou a mudança de atitude do time após a chegada de Dorival Jr, que agora tem três vitórias, um empate e uma derrota desde que assumiu o lugar de Marcelo Fernandes.

“O time está mais maduro, sim. O Dorival vem cobrando isso, para a gente amadurecer durante os jogos, e acho que a gente está conseguindo”, finalizou.

Gazeta Esportiva

Dorival vê Santos "inexistente" no início, mas exalta valentia no fim


Técnico reconhece erros do primeiro tempo, quando o Flamengo abriu 2 a 0 no placar, mas diz que saldo do time é positivo após reação e empate em 2 a 2, fora de casa

O técnico Dorival Júnior reconheceu a diferença no desempenho de sua equipe nas duas metades da partida contra o Flamengo, neste domingo, no Maracanã. Para ele, o Santos "inexistiu" nos primeiros 45 minutos, quando os anfitriões fizeram dois a zero e obrigaram os alvinegros a reagirem na etapa final, esta com os paulistas melhores.

O movimentado empate em 2 a 2, porém, teve um Peixe "valente", de acordo com o treinador, no segundo tempo, quando o time atacou os donos da casa e conseguiu igualar o marcador. 

– Lógico que um time que abre 2 a 0 se sente mais confortável, mas o Santos foi valente (depois). No primeiro tempo, inexistiu. No segundo, foi diferente. Adiantou a marcação, acreditou na troca de passes – apontou o técnico santista.

Ele contou que sua ideia era a de que seus atletas fizessem uma marcação mais agressiva, no campo do rival, mas que isso não funcionou nos primeiros 45 minutos do confronto. 

– Trabalhamos assim, não aconteceu. Nosso erro foi também não segurar a bola para dar tempo para a nossa defesa se compactar. Isso proporcionou espaços que foram bem explorados em dois momentos (nos gols do Flamengo). 

Para Dorival, mesmo com o empate o saldo santista é positivo após o empate deste domingo. 

– Enfrentamos um adversário de alto nível, com 60 mil pessoas empurrando. Ficaram mais coisas positivas do que negativas, ainda que eu reconheça que no primeiro tempo a equipe tenha inexistido – repetiu. 

O treinador também exaltou a partida e elogiou o espetáculo proporcionado pelas duas equipes no Maracanã, com mais de 61 mil torcedores presentes. 

– Estamos vendo grandes jogos no Campeonato Brasileiro, como foi Atlético-MG x São Paulo (na quarta-feira). É isso que queremos – afirmou. 

Com o resultado desta 16ª rodada, o Santos se mantém perto da zona de rebaixamento, com 17 pontos, na 15ª posição – o Goiás abre o grupo dos quatro piores, três pontos abaixo. No próximo sábado o Peixe joga em casa contra o Coritiba, às 21h, sem Werley, suspenso. Dorival, porém, terá o retorno de David Braz para a defesa. 

Globoesporte.com

Vanderlei brilha no Maracanã e é exaltado por santistas: "nos salvou"


Além do bom desempenho ofensivo no segundo tempo, que resultou em dois gols, o Santos contou com uma tarde inspirada do goleiro Vanderlei para garantir o empate de 2 a 2 com o Flamengo no Maracanã. O arqueiro santista fez duas grandes defesas já nos acréscimos, ambas em finalizações de Éverton.

Na primeira, o jogador flamenguista aproveitou uma sobra dentro da área e viu Vanderlei crescer dentro da pequena área para fazer a defesa, aos 45min. Já aos 48min, o goleiro santista foi rápido ao sair do gol e conteve a finalização de Éverton, que recebeu belo passe de Gabriel e mais uma vez perdeu a chance de garantir a vitória do Fla.

"Eles conseguiram amassar a gente dentro do nosso campo, mas a gente tem um grande goleiro que nos salvou duas vezes", exaltou o lateral Victor Ferraz na saída do campo.

Com o empate conquistado dentro do Maracanã, o Santos chega a 17 pontos e termina esta 16ª rodada do Campeonato Brasileiro na 15ª colocação, a apenas três pontos da zona de rebaixamento. O time alvinegro volta a campo no próximo sábado para encarar o Coritiba na Vila Belmiro, às 21h.

Uol Esporte

Santos sai do Maracanã satisfeito com empate contra o Fla: "de bom tamanho"


De bom tamanho. Assim os jogadores do Santos analisaram o empate de 2 a 2 conquistado neste domingo no Maracanã, contra o Flamengo. Depois de ir para o intervalo perdendo por 2 a 0, o time da Vila Belmiro voltou com outra postura na etapa final e conseguiu garantir um ponto fora de casa nesta 16ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Ricardo Oliveira, autor de um dos gols, revelou uma 'sacudida' nos vestiários, durante o intervalo, para a melhora de postura do time no segundo tempo.

"Conversamos muito, brigamos no bom sentido pra dar uma sacudida. Dentro de um jogo que estava perdido no primeiro tempo, não é mau sair daqui com um ponto. No vestiário conversamos sobre isso, que não podíamos ceder dois gols assim, foram jogadas pontuais. No segundo tempo o time mostrou outra garra. O empate fica de bom tamanho", disse.

Victor Ferraz foi outro que deixou o Maracanã satisfeito com o empate. "Graças a deus a gente saiu com um ponto importante. Sair com um empate daqui contra esse time renovado que eles têm está de bom tamanho", analisou o lateral santista.

Já Lucas Lima, autor do gol de empate do Santos, destacou os dois tempos distintos que o time alvinegro fez na partida. "Mostramos nossa força no segundo tempo. Não desistimos em nenhum momento, sabíamos da dificuldade que era jogar aqui. Começamos mal, mas nosso time fez um segundo tempo muito bom", afirmou o meia santista.

Com o empate conquistado dentro do Maracanã, o Santos chega a 17 pontos e termina esta 16ª rodada do Campeonato Brasileiro na 15ª colocação, a apenas três pontos da zona de rebaixamento. O time alvinegro volta a campo no próximo sábado para encarar o Coritiba na Vila Belmiro, às 21h.

Uol Esporte

Santos acorda e arranca empate no Maraca


Diante de 61.421 pessoas, Fla domina primeiro tempo e dorme no segundo, quando Lucas Lima brilha, com gol e assistência. Times seguem na parte de baixo da tabela

Diante de 61.421 pessoas, o Flamengo dominou o primeiro tempo, fez 2 a 0 e parecia que teria uma vitória tranquila diante do Santos, no Maracanã, na tarde deste domingo, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mas o jogo foi outro na etapa final. Liderado por Lucas Lima, o Peixe acordou e arrancou um empate na raça: 2 a 2. Foi o primeiro jogo de Guerrero sem vitória pelo Flamengo. A torcida rubro-negra saiu na bronca com Cristóvão Borges.

O resultado mantém os dois times na parte de baixo da tabela. Com 20 pontos, o Flamengo é o 11º. O Santos, com 17, vem em 15º - ainda sem vencer como visitante. 

Alan Patrick, aos 39, e Emerson Sheik, aos 41, fizeram os gols do Flamengo no primeiro tempo. Ricardo Oliveira, aos 6, e Lucas Lima, aos 26, empataram para o Santos na segunda etapa. Com o gol, o centroavante do Peixe chegou a nove, mantendo-se na artilharia isolada do Brasileirão.

Na próxima rodada, o Santos recebe o Coritiba na Vila Belmiro, sábado, às 21h. Já o Flamengo vai a Campinas para enfrentar a Ponte Preta, domingo, às 16h.

Guerrero domina a bola, marcado por Gustavo Henrique Foto: André Durão)

O jogo

O primeiro tempo foi inteiro do Flamengo. O Santos nem tentou jogar. Parecendo assustado com o Maracanã lotado, o time do Peixe parecia ter a bola queimando nos pés. E isso quando tinha a bola... porque na maior parte dos 45 minutos iniciais, ela ficou com o Fla - a posse foi de 56% para os rubro-negros contra 44% dos santistas.

Emerson Sheik, aberto na direita, levava larga vantagem sobre Zeca. Mas o primeiro gol nasceu do outro lado, numa jogada de Everton que parou nos pés de Alan Patrick. Com uma bomba de fora da área, o meia abriu o placar aos 39 minutos. A massa rubro-negra ainda comemorava quando Sheik fez o segundo, aos 41, num contra-ataque puxado por Canteros. A fatura parecia liquidada.

Alan Patrick, ex-Santos, abriu o placar para o Flamengo (Foto: André Durão)

Mas o Santos voltou do intervalo com Marquinhos Gabriel no lugar de Paulo Ricardo - um meia-atacante na vaga de um zagueiro que vinha tentando jogar como volante, sem sucesso. Era tudo ou nada. Deu certo. O Peixe melhorou muito. O primeiro gol foi de Ricardo Oliveira, de cabeça, completando escanteio batido por Lucas Lima, aos 6. O segundo foi do próprio Lucas Lima, aos 26, num belíssimo chute de fora da área.


O empate foi uma ducha d'água fria para a massa rubro-negra. O Flamengo ainda teve duas boas chances com Everton - em ambas, ele parou em Vanderlei. Como o primeiro tempo foi do Fla e o segundo, do Peixe, o resultado foi justo.

Jogadores do Santos comemoram o gol de Lucas Lima (Foto: André Durão)

Globoesporte.com

Jogos para sempre - Santos X Corinthians - Brasileirão de 2002