O diretor de futebol do Santos, Adilson Durante Filho, negou nesta segunda-feira ser a "laranja podre" do clube do litoral paulista. O termo foi usado pelo volante Roberto Brum para descrever uma pessoa que está tumultuando o ambiente no clube principalmente passando informações para a imprensa.
"Falei para o Brum que estavam me chamando de laranja podre e aí ele me falou que então iria beber o suco dessa laranja, pois confia em mim. Ao mesmo tempo em que você acha engraçado, fica revoltado por alguns jornalistas aceitarem influência de pessoas que querem o nosso lugar", afirmou o dirigente. O diretor chegou a afirmar que estaria dando um tiro no pé, se fosse o tal informante da imprensa santista.
"Represente o departamento de futebol. Se o futebol não render, a responsabilidade também é minha. Então, eu estaria dando um tiro no pé passando essas informações", declarou.Além de Brum, o treinador Vagner Mancini havia dito ter um "dedo-duro sem vergonha" que iria descobrir, após ficar irritado com o vazamento de uma discussão do goleiro Fábio Costa com o preparador de goleiros Eduardo Bahia. Posteriormente, Mancini já havia dito que gostaria de deixar o assunto de lado.
Nesta segunda-feira, foi a vez do presidente do clube, Marcelo Teixeira. "Independente de encontrar essa pessoa, os informantes continuarão existindo. Cabe à imprensa dar destaques a assuntos prioritários ou não. Se o Santos viesse de quatro vitórias (ficou quatro sem vencer, antes de derrotar o Sport, no sábado), essas coisas não ganhariam destaque", declarou o mandatário.
Uol Esporte
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