quarta-feira, 3 de junho de 2009

Agressores de Emerson Leão pegam um ano de serviço comunitário

Acusados de terem promovido uma emboscada para agredir o técnico Emerson Leão, em setembro de 2008, o ex-segurança do Santos, Marco Antonio Castelo, e os torcedores Luís Felipe Dias e Igor Camilo Mendes Chaves prestarão serviços comunitários durante um ano, conforme decisão ocorrida na terça-feira, no Fórum de Santos.

Leão não esteve presente na audiência. O advogado de Marco Antônio Castelo, João Guilherme Pereira, comentou a decisão. "Para ele [Castelo], encerrar este assunto foi a melhor coisa no momento, Assim o assunto está encerrado", disse o advogado ao jornal A Tribuna.Já o advogado de Luís Felipe Dias e Igor Camilo Mendes Chaves ressaltou o fato de ambos não terem antecedentes criminais

Eles têm direito a alguns benefícios por serem primários e nunca terem se envolvido em incidentes desta natureza. Analisando o contexto, eles optaram por aceitar a proposta de transação penal, na forma de prestação de serviços à comunidade".

O entrevero aconteceu no dia 4 de setembro do ano passado, na calçada em frente à entrada principal da Vila Belmiro, quando Leão resolvia com a diretoria santista o parcelamento da dívida do clube com o treinador.

Uma barra de ferro foi atirada em direção ao técnico, sem atingi-lo. Leão teve apenas pequenas escoriações, sem gravidade. Leão dissera que o ex-segurança do clube havia agido de tal maneira por vingança, já que tinha sido demitido do Santos após pedido de Leão.

Uol Esporte

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