Acabo de conversar com Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, presidente santista.
Aproveitei a desclassificação do Barça e perguntei se o ele acha que o Santos errou na forma de encarar a equipe de Guardiola na decisão do Mundial.
Citei os exemplos do Estudiantes, que dificultou a vida da equipe catalã na final em 2009, e também os da Internazionale e do Chelsea, responsáveis pelas eliminações barcelonistas nas edições de 201o e 2012 da Uefa Champions League.
Os três atuaram muito fechados, abriram mão da posse de bola, aceitaram o domínio do rival e apostaram tudo no sistema defensivo.
Para ser direto, jogaram de maneira inteligente e realista. Se comportaram como times pequenos porque eram bem inferiores tecnicamente.
LAOR explicou: “O Santos foi derrotado pelo relógio. Os primeiros 5 minutos foram fatais. Tomamos um vareio de bola, o que de ponto de vista moral, nos abateu”.
Depois, ele abriu o coração:
“Lamentei que o Barça tivesse sido derrotado (contra o Chelsea). Tenho vontade de uma revanche. O Santos amadureceu depois disso (final do Mundial). Queria chegar a final da Libertadores e enfrentá-los novamente”, falou.
Ele não me disse e nem perguntei, mas parece claro que a forma como o alvinegro da baixada perdeu ainda não foi completamente digerida por LAOR.
Ele sonha com a chance de o Peixe escrever um roteiro bem diferente em outro jogo envolvendo as mesmas agremiações como protagonistas.
Vitor Birner
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