O cenário encontrado por Marcos
Assunção no Santos hoje é bem diferente do de 1999, ano em que deixou
o clube para jogar no Roma, da Itália. Durante esses 14 anos, o Peixe voltou a
ganhar titulos e a figurar entre os principais times do Brasil. Atualmente, o CT
Rei Pelé, local onde o elenco profissional se concentra, possui três campos,
sendo um deles com grama sintética, academia e hotel para o departamento de
futebol.
Depois de atuar por Roma, Bétis, da Espanha, e dois clubes dos Emirados
Árabes, Assunção elogia a estrutura e faz comparações com as instalações das
equipes do exterior.
- Não tinha nada disso aqui antes, só um campo e um contêiner, onde nos
trocávamos. Quando fui embora montaram tudo isso. O Santos está de parabéns por
tudo o que fez nesse tempo em que eu estive fora. Muitos times da Europa não têm
essa estrutura. O jogador pode treinar e descansar no clube, não tem esse
desgaste de ir para casa - afirma.
De volta ao Brasil em 2009, Assunção atuou pelo Grêmio Prudente (hoje Grêmio
Barueri) e depois se transferiu para o Palmeiras, por onde jogou durante quase
três anos. De volta à Vila Belmiro, o volante de 36 anos pretende se aposentar
no fim da temporada, quando seu contrato por produtividade se encerra.
Até o momento, ele fez três jogos e ainda não marcou nenhum gol. A esperança
é desencantar no clássico deste domingo, às 16h, contra o Corinthians, no
Morumbi, pela décima rodada do Campeonato Paulista, em que será titular no lugar
de Renê Júnior, suspenso com três amarelos.
Globoesporte.com
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