sábado, 30 de junho de 2012

Santos enfrenta jejum de sete jogos sem vitórias e 'esquece' de fazer gols

A falta de dinheiro para realizar contratações e a eliminação para o arquirrival Corinthians na Copa Libertadores da América não são os únicos motivos que apontam à primeira crise do Santos na “Era do presidente Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro”. Os números dentro de campo também expõem a fase ruim do time de Neymar e companhia.


O Santos enfrenta um jejum de sete jogos sem vencer na temporada 2012. A última vitória aconteceu no duelo contra o Vélez Sarsfield, da Argentina, no dia 24 de maio, quando os santistas venceram a partida por 1 a 0, gol de Alan Kardec, eliminando os argentinos na decisão por pênaltis, em jogo pelas quartas de final da Libertadores.

De lá para cá, o Santos também diminuiu sua média de gols. Após chegar a golear o Bolívar por 8 a 0 nas oitavas de final da competição continental, a equipe santista despencou na média de gols. No período do jejum de vitórias, o alvinegro só marcou quatro.
 
O técnico Muricy Ramalho reconhece que a eliminação na Libertadores provocou desanimo entre os jogadores, porém, destacou que uma semana de “ressaca” já foi o suficiente para o time santista voltar a melhor fase e buscar novas vitórias dentro de campo.

“Precisa esperar. Saímos da competição entre os quatro, já teve uma semana para ficar triste, mas a vida continua, exige resposta imediata. No dia a dia não mudou nada. Treino sempre duro, jogadores se dedicando. Esse grupo é muito bom com isso”, disse Muricy.

O Santos espera iniciar a recuperação e quebrar o jejum atuando com sua força máxima no duelo contra a Portuguesa neste domingo, no estádio do Canindé, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. Além de Neymar, o técnico santista contará com o retorno do meia Paulo Henrique Ganso, que foi poupado na última rodada para fazer reforço muscular devido a artroscopia no joelho direito realizada no mês passado.

Passou por uma fase não boa no Paulista, mas ganhou um bom clássico contra o São Paulo, é sempre complicada no Canindé, jogo duro como todos no Brasileiro”, finalizou Muricy.

Uol Esporte

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