Jogadores do time paraguaio ressaltam que o atacante não é o único motivo de preocupação da equipe, mas é o principal
Ambiente mais tranquilo impossível na chegada do Cerro Porteño a São Paulo nesta segunda-feira. Assédio no hotel só por parte da meia-dúzia de jornalistas paraguaios, que não dispensaram o tereré (chá tomado em cuias).
Passos rápidos, sorrisos nos rostos e apenas uma preocupação, mas que atormenta bastante para o jogo de ida da semifinal da Libertadores contra o Santos: como parar Neymar.
- Já conversamos sobre isso. Tem sempre que ter dois marcadores em cima dele. É um cara que tem um drible espetacular – alertou o Pedro Benitez.
O Cerro sofreu com as jogadas do camisa 11 santista na primeira partida entre as equipes pela fase de grupos. Na ocasião, o atacante foi freado, mas um gol de Elano ia garantindo a vitória do Peixe até os minutos finais, quando os paraguaios marcaram de pênalti. No entanto, o Santos venceu o segundo duelo contra o Cerro, sem contar com Neymar e Elano. Por isso, o camisa 11 não é o único que merece atenção.
- Neymar é muito bom, mas, para mim, não é só ele que é perigoso. Toda a equipe do Santos é forte. É muito difícil vencê-los aqui no Brasil, mas não é impossível – confiante, ressalta o volante Iván Torres.
O confronto entre Santos e Cerro está agendado para a quarta, às 21h50m, no Pacaembu.
Globoesporte.com
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