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segunda-feira, 9 de julho de 2018

Santistas desconfiam da presença de reserva do reserva do sub-23 em viagem ao México


O elenco profissional do Santos que está disputando amistosos no México conta com a presença do atacante William, de 19 anos. Com um detalhe: seu nome não apareceu na lista oficial divulgada pelo clube, o que levantou questionamentos. O Blog descobriu que William é filho do empresário Wanderlei Hudson Silva, responsável por fechar os jogos contra Monterrey e Querétaro no exterior.

Importante: o atacante foi contratado para o time sub-23 do Peixe em março, quase na mesma época da confirmação dos amistosos. Na oportunidade, o presidente José Carlos Peres havia viajado com Wanderlei para o México – o empresário teria tido passagens e hospedagens bancados pelo clube na oportunidade.

A desconfiança de conselheiros oposicionistas do Santos é de que Wanderlei tenha exigido a contratação de seu filho em troca dos amistosos. O fato de o atacante ter viajado com o grupo profissional meio que às escondidas e a condição de reserva do reserva no time sub-23 só aumentam as suspeitas. Nas três partidas do Santos pelo Campeonato Brasileiro de aspirantes, ele não ficou nem no banco de reservas.

Procurado pelo Blog, o Santos confirma que sabia do grau de parentesco entre o empresário e o jogador quando decidiu integrá-lo à delegação. Mas descarta qualquer possibilidade de ele ter sido contratado como exigência para a realização dos jogos no México.

De acordo com o Peixe, a presença de William foi possível depois que algumas vagas na delegação foram abertas em razão de contusões de outros atletas. Outro ponto teria jogado a favor: William nasceu no México. Desta maneira, entendeu-se que a questão comercial e de relações públicas faria da viagem de William algo positivo.

A notícia de que William é filho de Wanderlei, difundida nos grupos de WhatsApp dos conselheiros nas últimas horas, soou como uma bomba. Um dos motivos, de acordo com os oposicionistas, é que o empresário tem ligações com Lica, comandante afastado da base do Santos após ser acusado de abuso sexual contra um atleta de 11 anos.

Os conselheiros também não conseguiram entender qual a vantagem de levar o atacante para o México, a fim de dar visibilidade a ele, se o garoto está a menos de seis meses do fim do vínculo, e por isso por já pode assinar pré-contrato com qualquer interessado. Por Jorge Nicola

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