Atlético-MG, após romper com grupo DIS/Sonda, conseguiu o dinheiro pelos outros 80% restantes do passe do atacante
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O presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil falou sobre a aquisição dos direitos econômicos do atacante André e reafirmou, após a nota oficial emitida no fim da tarde, que o grupo DIS/Sonda não é mais parceiro do clube.
O mandatário, já evitando qualquer especulação futura, também deu o recado: o jogador não será emprestado, e fica no Galo. A afirmação acontece depois que o Santos, que demonstrou interesse no atleticano, tentou levar André, por empréstimo. Na ocasião, o atacante ainda estava com a situação pendente no Atlético-MG.
- A primeira coisa foi que o André foi categórico dizendo que ele quer ficar no Atlético-MG. E eu fui categórico com ele, dizendo que esse grupo não pisa no Atlético-MG enquanto eu for presidente. Depois da raiva desse negócio eu não vou emprestá-lo a ninguém. Se eu passei raiva, eu que vou aproveitar esse negócio.
O dirigente revelou que o acordo com o grupo para adquirir os outros 80% dos direitos do atacante (o Galo tinha 20%) já estava sendo aguardado há três meses e que, com isso, o clube pôde investir na vinda do goleiro Victor.
- Divulguei uma nota e todo mundo pediu para que falasse sobre a nota. Está muita clara a nota. É lamentável que nós ficamos três meses contando com esse dinheiro, e na sobra que tínhamos, trouxemos o Victor.
Mas Kalil avisou que está atrás de novos investidores para ajudar o clube a quitar o pagamento junto ao Dínamo Kiev, ex-clube de André.
- Vamos atrás de patrocínios, atrás de verdadeiros parceiros, e arrancar esse dinheiro.
Por fim, o mandatário alvinegro explicou o acordo feito com o clube ucraniano.
- O pagamento do André vai até 2015. Eram várias parcelas, mas tinha uma pesada. Renegociei essa parcela pesada e o Dínamo aceitou. Minha indignação é que o representante do grupo (DIS/Sonda) disse que o dinheiro estaria na conta. Ele não vai colocar o pé lá dentro (no Atlético-MG). E o André sabe disso.
Um dos diretores do DIS/Sonda, perguntado sobre a situação, reconheceu que o grupo passava por dificuldades financeiras.
Em seis anos, nunca tivemos isso, mas passamos por um problema financeiro sério. Estávamos tentando resolver a situação desde domingo, mas não deu, nunca havíamos falhado. Falamos com o Kalil que só conseguiríamos resolver isso em três semanas.
Globoesporte.com

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