quarta-feira, 16 de maio de 2012

Ganso destaca importância de fazer gols fora contra o Vélez e minimiza pressão

O Santos enfrenta o Vélez Sarsfield (Argentina), nesta quinta-feira, no Estádio José Amalfitani, no jogo de ida das quartas de final da Copa Libertadores da América. Focado em ajudar a sua equipe a conseguir um bom resultado fora de casa, o meia Paulo Henrique Ganso quer ver o time jogando o seu melhor futebol, de preferência balançando as redes adversárias, mesmo atuando em Buenos Aires.

“Vamos procurar fazer uma boa partida, administrando o resultado fora. O mais importante é fazer gols lá. O Santos não sabe jogar atrás, esperando, então vamos para cima do adversário. É um confronto decisivo, e esperamos trazer um grande resultado da Argentina”, disse o camisa 10 santista.

O duelo com o Vélez também irá marcar o primeiro encontro de Ganso contra argentinos. O maestro alvinegro não pôde disputar o Superclássico das Américas pela seleção brasileira, contra a Argentina, no ano passado, pois se recuperava de uma lesão, sofrida em amistoso contra Gana, em 5 de setembro. Pelo Alvinegro Praiano, o meia também jamais enfrentou clubes do país vizinho.


Mas, apesar de não ter revelado uma ansiedade acima do normal pelo embate com o Vélez Sarsfield, Paulo Henrique Ganso acredita que os santistas serão muito pressionados pela torcida do adversário, que deve lotar o estádio e fazer um “caldeirão” no José Amalfitani, nesta quinta.

“A equipe do Vélez é muito difícil, e a torcida deles irá procurar incentivá-los o tempo todo. Serão cerca de 50 mil pessoas empurrando o Vélez, mas estamos calejados contra isso. Temos a experiência necessária de quem já se acostumou a jogar Libertadores”, finalizou.

ESPN
“É a minha primeira partida contra argentinos. Vai ser difícil, complicado, mas estou acostumado com pressão. Brasil e Argentina é sempre um clássico, e esperamos fazer um excelente jogo contra eles. Espero poder sair bem da marcação deles, pois assim eu poderei ajudar o Santos a trazer um resultado positivo para o Brasil”, ponderou.

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