O volante Henrique descartou se fixar na lateral direita e deixou claro que pretende continuar sua carreira atuando como volante. O atleta disse que não gostaria de continuar improvisado, e acredita que a equipe santista sente a falta do uruguaio Fucile, que se recupera de uma lesão no tornozelo esquerdo.
“Eu estou ali porque a gente não tem um jogador para essa posição. O Crystian também está machucado e o Maranhão não está escrito. Eu fui por uma necessidade. Mudar agora vai ser complicado, eu não gostaria”, afirmou Henrique.
O volante, que atuou improvisado na lateral nos jogos contra Catanduvense e The Strongest, deve permanecer no setor para os duelos decisivos contra o Mogi Mirim no próximo domingo, pelas quartas de final do Paulista, e contra o Bolívar na próxima quarta-feira, pelas oitavas de final da Libertadores.
“Um jogo difícil onde a gente tem que estar 100% preparado. Se for pra ajudar mais uma vez, vou tentar me esforçar pra ajudar os companheiros. Sabendo que a gente sente a falta do Fucile”, disse.
Henrique não esconde que sentiu dificuldades em atuar na lateral direita. O atleta foi discreto no apoio ao ataque, e chegou a ser substituído por Alan Kardec na partida contra os bolivianos.
“Claro que o apoio não é toda hora porque a gente não tem a mesma facilidade de um lateral de ofício. Mas a gente ganha. A diferença é que no meio de campo a gente desarma e já está sempre à frente. Na lateral tem as opções e se não tiver, tem que voltar todo o jogo. É a diferença”, concluiu.
Uol Esporte

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