
Contrato de revelação da base se encerrou no dia 31 de março
Destaque da Copa São Paulo de Futebol Júnior pelo Santos, que foi vice-campeão da competição, o meia Nikão garante que não atua mais pelo Peixe. O atleta estava emprestado pelo Mirassol ao Alvinegro Praiano até o dia 31 de março (quarta-feira) e o time da Baixada poderia exercer, até esta data, o direito de compra de 50% dos direitos do atleta, que são 100% de seu empresário, Carlos Alberto. Agente e clube, no entanto, não chegaram a um acordo.
- Eu queria ficar, mas meu empresário e o Santos conversaram e não entraram em um acordo. Meu empresário escutou a proposta do Santos, mas não foi o que ele queria. Não jogo mais no Santos. Não tem mais volta. Eu queria ficar, porque já estava adaptado ao clube, que tem um ambiente bom - garantiu o jogador de 17 anos ao LANCENET!.
O valor para adquirir metade dos direitos de Nikão estava fixado em R$ 1,2 milhão. Discordando do montante, o Peixe fez uma contra-proposta de aproximadamente R$ 240 mil, para comprar 80% do atleta.
O empresário do jogador rejeitou a oferta.Apesar de admitir que o jovem não tem mais qualquer vínculo com o Santos, o diretor de futebol da base, Paulo de Carvalho, ainda não descarta uma possível volta de Nikão ao Peixe.- Ele estava emprestado do Mirassol ao Santos e o contrato dele terminou, mas esse 'não joga mais no Santos' acho que é forte demais. Ainda pode acontecer de ele continuar jogando.
O Santos tinha mesmo até ontem (quarta-feira) para exercer esse direito de compra de 50%, mas fizemos uma contra-proposta oferecendo cerca de R$ 240 mil por 80%. O empresário rejeitou, mas ainda vamos aguardar. O Santos não descartou o Nikão - esclareceu o dirigente.Sem contrato vigente, o jogador afirma que Palmeiras, Vitória e alguns clubes da Europa (não revelados) têm interesse em seu futebol.
NOVA POLÍTICA
De acordo com Paulo de Carvalho, a direção do clube implantou uma nova política para os atletas da base. O objetivo do Santos é ter, no mínimo, 80% dos direitos de todos os jogadores.- Essa é a nova política. Alguns contratos que já existem nós estamos tentando renegociar. Mas a intenção é ter, pelo menos, 80% dos direitos dos atletas - finalizou.
Lancepress
Nenhum comentário:
Postar um comentário