Futebol bonito e grandes jogadores são espelho para time atual
Waldir Peres, Leandro, Oscar, Luisinho e Júnior; Toninho Cerezo, Falcão, Sócrates e Zico; Éder e Serginho.
Campeões? Não! Lembrados apenas pelo futebol bonito que mostraram pela Seleção Brasileira na Copa de 1982, mas interrompido pela eficiência italiana. E é justamente esse gostinho amargo que o Super Santos não quer sentir no fim deste ano.
Time sensação do momento, melhor ataque do país, com 60 gols, o que poderia atrapalhar o Peixe? O futebol já encanta, como em 1982, e até a média é parecida: naquela Copa, foram cinco jogos e 15 gols do Brasil, média de três por partida. Por enquanto, em 18 jogos, o Peixe já marcou 60 vezes, média superior, de 3,33.
– Era um time individualmente espetacular, que precisava saber jogar, como esse atual Santos. Tivemos um ar de superioridade. A atual fórmula é mais simples: apenas atacar – disse Serginho Chulapa, centroavante da época, que atualmente trabalha como olheiro do Santos.
Para Chulapa, os estilos de Dorival Júnior, atual técnico, e de Telê Santana, treinador da Seleção de 1982, também se assemelham.
– Eles jogam para a frente. Dorival faz isso mesmo ganhando. Além disso, aprimoram as características de cada jogador – explicou.
A arte santista, até então, tem mostrado resultado. Goleadas históricas (9 a 1 no Ituano e 10 a 0 no Naviraiense) garantem bons desempenhos no Campeonato Paulista e na Copa do Brasil.
Na competição nacional, são três vitórias e 100% de aproveitamento. No Paulistão, liderança, melhor ataque e conquista de 77% dos pontos disputados.
– É importante estarmos focados em fazer história com títulos, e não só com resultados elásticos – alertou André, 15 gols no ano. Futebol arte com títulos: a fórmula para o time inesquecível!
Lancepress!

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