Basquete - Os jogadores do Santos inovaram mais uma vez no treinamento realizado na manhã desta quarta-feira, no CT Rei Pelé. Ao invés de usarem os pés, os jogadores jogaram bola com as mãos, em atividade parecida com o basquete. Molina ficou com um arco, simbolizando a cesta. A atividade foi sugerida pelo preparador físico Flávio Oliveira. Depois do 'basquete', o elenco participou do tradicional 'rachão'.
Susto - O zagueiro André Astorga deu um susto em seus companheiros e na comissão técnica do Santos, no treinamento desta quarta-feira. Durante o 'rachão' disputado no CT Rei Pelé, nesta quarta-feira, o defensor recebeu uma cotovelada, involuntária, do volante Germano. O incidente aconteceu após uma bola levantada na área. O supercílio de Astorga sangrou bastante, manchando a camisa de treino do jogador. Apesar disso, o zagueiro não precisou levar pontos no local. Um curativo foi feito no local da contusão e Astorga logo voltou à atividade.
Novo Pita? - O técnico Vágner Mancini comparou nesta quarta-feira, em entrevista coletiva, no CT Rei Pelé, o estilo de jogo do meia Paulo Henrique Lima com Pita, ex-jogador do próprio Santos no final da década de 70, começo dos anos 80 e que também brilhou com a camisa do São Paulo. Para o treinador, 'Ganso' lembra em determinados aspectos o futebol de Pita. "Sinceramente, vejo muita semelhança do Paulo Henrique com ele. O Pita sabia esconder a bola, dar um toque genial no momento certo. O Paulo também tem essa característica. E quando o jogo está difícil, ele encontra espaços que os outros não vêem. O toque de bola dele, a maneira como envolve o adversário, como bate na bola, acaba chamando a atenção. Por isso digo que ele lembra muito mais o Pita, do que o Giovanni, que era mais um atacante", disse Mancini.
Homem de confiança - Segundo o técnico do Santos, Vágner Mancini, todo time precisa ter um técnico em campo. E no Peixe, este jogador que simboliza o treinador dentro do gramado é o volante Rodrigo Souto. "Esse tipo de atleta ajuda muito, pois quando o estádio está cheio, com aquele barulho todo, fica difícil o técnico ficar passando informações. Por isso é importante termos jogadores com visão tática, como o Souto e o Brum. Mais o Rodrigo Souto, que tem uma visão tática muito interessante. As vezes ele é o segundo homem de meio-campo, está atrás e ele empurra o Roberto Brum para chegar a frente. O Souto também sabe a hora de avançar ou segurar mais o jogo. Por isso eu passo minhas instruções a ele. Quando não dá para passar diretamente a ele, peço para alguém falar o que eu quero, pois sei que o Rodrigo vai saber colocar em prática o que estou pensando", comentou Mancini.
Gazetaesportiva.net
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