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sábado, 1 de abril de 2017

Pottker marca, Ponte Preta faz 1 a 0 no Santos e sai na frente nas quartas


Artilheiro do Paulistão faz seu oitavo gol e deixa equipe do interior a um empate da vaga na semifinal. Partida de volta será na segunda-feira, dia 10, no Pacaembu

Com mais um gol de Pottker, a Ponte Preta venceu o Santos por 1 a 0 no estádio Moisés Lucarelli, neste sábado, e está em vantagem nas quartas de final do Paulistão. No próximo dia 10 de abril, segunda-feira, às 20h, no Pacaembu, a Macaca jogará pelo empate para ir à semifinal. Se o Peixe vencer por um gol de diferença, a decisão da vaga irá para os pênaltis. Um triunfo por dois ou mais gols de diferença dará ao atual bicampeão a classificação no tempo normal.

O Santos teve desempenho bem inferior do que se esperava, e viu Vanderlei, com o rosto, evitar o segundo gol do centroavante da Ponte Preta, que, se não fez uma partida brilhante, praticamente não cometeu erros, sem dar chances aos visitantes.


Pottker, entre Nino Paraíba (à esquerda) e Clayson (à direita), comemora o gol da Ponte Preta (Foto: Marcos Ribolli)

A Ponte Preta foi melhor no primeiro tempo. Marcou o Santos com agressividade em todos os setores do campo, enquanto a equipe da Vila Belmiro teve vários momentos de desatenção. Num deles, Nino Paraíba tabelou, passou no meio de quatro jogadores – entre eles David Braz, que havia errado duas vezes na origem do lance – e tocou para Pottker, livre, fazer 1x0. Foi o oitavo gol dele, agora isolado na artilharia do Campeonato Paulista.


O Santos só melhorou quando Vitor Bueno, que iniciou no lado direito, e Bruno Henrique, na esquerda, passaram a se movimentar mais. Isso confundiu a defesa da Ponte Preta, que foi salva por Aranha em dois lances seguidos. Primeiro em chute de Ricardo Oliveira, que recebeu de Bruno Henrique, depois em desvio do zagueiro Marllon, que tentou cortar passe de Vitor Bueno.

O início do segundo tempo passou a impressão de reação santista. Copete, que substituiu Vitor Bueno, cruzou para Ricardo Oliveira, que chutou de primeira, mas por cima do gol. Aos poucos a Ponte se ajeitou, principalmente com a reestreia de Renato Cajá, que entrou no lugar de Jadson. Ele encontrou Pottker na área, o atacante tentou de cabeça, parou em Vanderlei, e, no rebote, encheu o pé, mas a bola acertou o rosto do goleiro santista e saiu em escanteio.

O restante da etapa final foi marcada por muitas faltas apitadas pelo árbitro Salim Fende Chavez, que irritou, principalmente, a torcida da Ponte e o técnico Gilson Kleina. O Santos tentou ocupar por mais tempo o campo de ataque e Dorival Júnior fez até substituições incomuns, com saídas de Renato e Ricardo Oliveira, mas nem sequer conseguiu pressionar em busca do empate.

Pelo contrário, ainda passou um enorme susto. No último lance, Renato Cajá bateu falta e Wendel fez o segundo, mas estava impedido. O gol foi corretamente anulado.

Nino Paraíba infernizou a vida de Jean Mota, que atuou improvisado na lateral esquerda do Santos (Foto: Marcos Ribolli)

Globoesporte

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