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domingo, 6 de novembro de 2016

Santos vira contra Ponte, assume vice-liderança e pressiona Palmeiras



Foi no sufoco, mas o Santos buscou a virada contra a Ponte Preta neste domingo (6), no Moisés Lucarelli, e assumiu a vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Com gols de Copete e Ricardo Oliveira, o clube visitante venceu por 2 a 1 e deixou o Flamengo para trás na classificação. De quebra, diminuiu pressionou o líder Palmeiras, que ainda joga no complemento da 34ª rodada.

A equipe treinada por Dorival Júnior foi aos 64 pontos, um a mais que o Flamengo e três a menos que o Palmeiras. Já a ponte ficou com 45, em décimo, agora mais distante das chances de G-6.

Dorival Júnior vai para o tudo ou nada por vitória

O técnico Dorival Júnior tomou uma decisão ousada após o intervalo da partida em Campinas. Necessitando a vitória para seu time atingir os objetivos almejados no campeonato, o treinador tirou o zagueiro Noguera no intervalo, quando a Ponte vencia por 1 a 0, e deixou o Santos com apenas um defensor central de origem, David Braz. Mais solto, o time visitante cresceu em campo e alcançou o empate. Na sequência, o que se viu foi uma blitz santista atrás da virada, com sucesso.

Vitor Bueno retorna de lesão chamando responsabilidade

O meia-atacante Vitor Bueno, artilheiro do Santos no Campeonato Brasileiro, voltou a atuar após ficar afastado dos gramados por conta de uma lesão muscular. Posicionado pela direita do ataque, o jogador mostrou boa movimentação e foi o principal articulador santista. No entanto, pela apatia de seus companheiros de frente, o bom retorno de Vitor aos gramados pouco influiu no resultado da partida. Curiosamente, logo após sua saída veio o empate, em lance com participação crucial de seu substituto, Léo Cittadini.
David Braz faz pênalti e perde chances claras de gol

A atuação da David Braz teve grande influência no resultado da partida. O zagueiro tomou uma decisão precipitada no primeiro tempo, ao atropelar Wendel dentro da área no lance que resultou no pênalti - e posteriormente no gol - a favor da Ponte Preta. Ainda na etapa inicial, ele teve a melhor oportunidade do empate criada pelo Santos nos pés, mas mandou por cima do travessão de Aranha. O defensor melhorou após o intervalo, mostrando mais segurança atrás, mas voltou a falhar no ataque pouco após o gol de empate santista, quando tinha só o trabalho de empurrar para as redes o gol da virada.
Santos toma iniciativa, mas sofre com desfalques

Pela necessidade de vencer para garantir permanência no G-3 e de pressionar o Palmeiras em busca de uma improvável conquista do Brasileiro, o Santos tomou iniciativa contra a Ponte Preta, mas pouco fez com a bola. Além de Vitor Bueno, a equipe visitante foi pobre no ataque. Na defesa, por outro lado, as ausências de Luiz Felipe e Gustavo Henrique foram sentidas, especialmente pela insegurança de David Braz, que errou no pênalti que resultou no gol de Wlliam Pottker no primeiro tempo. A postura foi a mesma no segundo tempo, com o resultado inverso. Depois de insistir, Ricardo Oliveira se aproveitou de um rebote de Aranha para mandar paras redes. Novamente 
Após perda de Roger, Ponte mostra força, mas cede no fim

Após a rescisão do veterano atacante Roger, a Ponte Preta mostrou apatia no início da partida contra o Santos, se mantendo na retaguarda e indo pouco para o campo de ataque. No entanto, a equipe treinada por em um lançamento longo para Wendel nas costas de David Braz, a equipe de Campinas teve uma chance claríssima para abrir o placar. O zagueiro santista acabou derrubando o volante antes da finalização, e na cobrança de pênalti William Pottker colocou os mandantes na frente. Recuada, a equipe do interior pouco produziu na etapa complementar e cedeu à pressão adversária.

Ficha técnica

Ponte Preta 1 x 2 Santos
Data: 6/11/2016
Local: Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Hora: 11h (de Brasília)
Gols: Willian Pottker, 21' do primeiro tempo (Ponte Preta), Ricardo Oliveira, 21' do segundo tempo (Santos)

Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, David Braz, Noguera (Yuri) e Zeca; Renato, Thiago Maia e Jean Mota (Arthur); Victor Bueno (Léo Cittadini), Ricardo Oliveira e Copete. Técnico: Dorival Júnior.

Ponte Preta: Aranha, Nino Paraíba, Antônio Carlos, Douglas Grolli e Reinaldo; João Vítor (Abuda), Wendel (Thiago Galhardo), Maycon (Elton) e Rhayner; Willian Pottker e Clayson. Técnico: Eduardo Baptista.

Uol

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