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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Joel admite jogar pelas pontas para ter mais oportunidades no Santos


Atacante afirmou que pode atuar em outras posições na equipe do Peixe: "Prefiro jogar centralizado, mas o Ricardo Oliveira dá conta do recado"


Com contrato de empréstimo válido apenas até o fim do ano, Joel tem pouco tempo para mostrar serviço. O atacante camaronês pertence ao Cruzeiro, mas sonha em ser contratado em definitivo pelo Peixe. Para isso, já se coloca à disposição de Dorival Júnior para fazer novas funções em campo afim de ganhar mais oportunidades, enquanto Ricardo Oliveira segue absoluto na vaga de centroavante.

“É uma característica minha. Atuo tanto por dentro como pelos lados. Prefiro jogar centralizado, mas o Ricardo Oliveira dá conta do recado, joga muito bem. Competição é sadia. Briga sempre vai existir. Pode haver lesão, cartão… Isso acontece, e temos que estar preparados para jogar na beirada ou pelo meio”, explicou o atleta de 22 anos.

A concorrência no ataque santista promete ser uma das mais acirradas nesta temporada. Se na zaga falta opção, o Santos conta com oito jogadores na frente, contando com o argentino Máxi Rolón, que ainda não assinou contrato, mas já treina na academia do CT Rei Pelé. Joel, no entanto, não se preocupa com a disputa interna.

“Tenho que estar preparado, trabalhar cada dia mais. Gabriel e Ricardo vêm dando conta do recado, temos que respeitar. Equipe é feita de vários jogadores. Quem substituir tem que estar preparado para quando surgir oportunidade”, disse.

Até agora, Joel, apesar de constantemente treinar entre os titulares por causa do trabalho diferenciado feito com Ricardo Oliveira, entrou em campo pelo Peixe apenas duas vezes. Na estreia da equipe contra o São Bernardo e no clássico diante do Palmeiras, no último sábado (20 de fevereiro), quando chegou a fazer uma bela jogada pela ponta direita antes de servir Gabriel, que desperdiçou um gol incrível.

Questionado se teria alguma vantagem em relação a alguns concorrentes por ter sido contratado com o aval do técnico Dorival Júnior, diferente do caso de Máxi Rolón, por exemplo, em que o treinador sequer foi consultado, Joel minimizou a situação.

“Eu acredito que quando um jogador é contratado é contratado com aval do treinador. Nunca aconteceu comigo. Se treinador gostar, vai pôr para jogar, independentemente de quem contratou. Tem que trabalhar em campo. Se o treinador indicar e não corresponder, não vai jogar. Se não for indicado (pelo técnico) e corresponder, vai jogar. O trabalho é que define”, garantiu.

FoxSports

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