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segunda-feira, 23 de março de 2015

Modesto diz que Santos está pronto para MP que negocia dívidas de clubes

Presidente acredita que Medida Provisória assinada por Dilma Rousseff, na última quinta-feira, ajudará o Peixe a quitar débitos fiscais. Alvinegro sonha com CND

O Santos está preparado para a Medida Provisória (MP) assinada pela presidente Dilma Rousseff na última quinta-feira, que trata da renegociação das dívidas dos clubes com a União, estimadas entre R$ 3,5 e 3,8 bilhões (dados da Casa Civil). A afirmação foi feita pelo presidente Modesto Roma Júnior, antes da vitória do Peixe por 1 a 0 sobre o Audax, no último sábado, no Pacaembu.

– O Santos está preparado para essas medidas. São medidas sérias, que servem para ajudar o Peixe a equilibrar sua vida tributária, e nós vemos com bons olhos. É uma medida definitiva, e que obriga os clubes a terem uma responsabilidade financeira, coisa que já fazemos no Santos, mas que nos ajudará a quitar os débitos fiscais – disse o presidente.

Desde que assumiu o Santos, Modesto Roma Júnior tenta equilibrar os débitos com o Governo Federal herdados das últimas gestões do Peixe. Antes de deixar o cargo de mandatário na Vila Belmiro, em dezembro do ano passado, Odílio Rodrigues afirmou, ao GloboEsporte.com, que o Peixe devia R$75 milhões, além de um débito de R$ 99 milhões referentes a refinanciamento de antigas dívidas que precisam ser pagas até 2027.

Os débitos fiscais vêm atrapalhando as ideias de desenvolvimento do clube. Como o Peixe tem dívidas com o Governo, não consegue obter uma Certidão Negativa de Débito (CND), documento que permite receber investimentos de órgãos públicos.

A diretoria alvinegra sonha em construir um moderno centro de treinamentos, com sete campos e um alojamento para as categorias de base do clube, mas a falta da CND impede que as Prefeituras de Santos e São Vicente (cidade vizinha) auxiliem o Peixe na busca por um novo local.

A falta da CND também atrapalha os projetos do Peixe em conseguir um patrocínio master. O departamento de marketing negociava com a Caixa Econômica Federal, para ocupar o principal espaço da camisa alvinegra, mas, por conta da falta da certidão, o Alvinegro não pode pleitear o patrocínio do banco estatal. 

Globoesporte.com

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